Morre a querida Patrícia Poliana aos 39 anos ela foi perseguida e es…Ler mais
Na noite do último sábado, 4 de outubro, um crime bárbaro chocou os moradores da comunidade de Pedrinhas, localizada na zona rural de Ipanguaçu, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. Patrícia Poliana Lopes, de 39 anos, natural da cidade de Itajá, foi brutalmente assassinada a facadas em frente a um ponto comercial às margens da RN-118. O principal suspeito é seu ex-companheiro, que fugiu logo após o ataque e permanece foragido até o momento.
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Patrícia Poliana Lopes: vítima de um feminicídio anunciado
Segundo informações da Polícia Militar, Patrícia e o suspeito estavam separados há cerca de dois anos. No entanto, o homem não aceitava o fim do relacionamento e vinha perseguindo e ameaçando a vítima com frequência. Na noite do crime, ambos estavam presentes em um bolão de vaquejada na zona rural do município. Ao deixar o evento, Patrícia foi seguida de carro pelo ex-companheiro até a comunidade de Pedrinhas.
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Ao tentar pedir ajuda em um espetinho local, Patrícia foi alcançada pelo agressor, que a puxou pelos cabelos e desferiu diversos golpes de faca. A vítima morreu na calçada do estabelecimento, antes mesmo da chegada do socorro. O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) de Mossoró recolheu o corpo para realização de necropsia.
Investigação e busca pelo autor do crime
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Ipanguaçu, que já iniciou diligências para localizar o suspeito, identificado como José Francisco Filho. De acordo com relatos, ele apresentava comportamento possessivo e ameaçador nos dias que antecederam o crime. A polícia segue mobilizada na região, contando com o apoio da população para obter informações que levem à sua captura.

Comoção e revolta diante da violência
A morte de Patrícia Poliana Lopes gerou grande comoção entre familiares, amigos e moradores da região. Nas redes sociais, diversas manifestações de luto e pedidos por justiça foram publicados, evidenciando o impacto da violência contra a mulher em comunidades do interior do estado. O caso reacende o debate sobre a necessidade de políticas públicas mais eficazes para proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade e o fortalecimento da rede de apoio às vítimas de violência doméstica.
Feminicídio no Brasil: uma realidade alarmante
O assassinato de Patrícia é mais um entre os milhares de casos de feminicídio registrados anualmente no Brasil. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o país enfrenta uma média de um feminicídio a cada sete horas. A persistência desse tipo de crime revela não apenas falhas na prevenção, mas também a urgência de ações integradas entre governo, sociedade civil e instituições de justiça para combater a cultura de violência de gênero.
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