‘Papai parou de respirar’ Flávio Bolsonaro deixa o Brasil entristecido ao dizer q… Ler mais
Na tarde de terça-feira, 16 de setembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ser internado no Hospital DF Star, em Brasília, após apresentar um quadro clínico preocupante. Segundo relatos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-mandatário, o pai sofreu uma crise intensa de soluços, seguida por vômitos em jato e um episódio de dificuldade respiratória, chegando a ficar quase dez segundos sem conseguir respirar.
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O episódio foi considerado por Flávio como “mais drástico” do que outras complicações enfrentadas por Bolsonaro nos últimos anos, incluindo os problemas gastrointestinais recorrentes desde o atentado sofrido em 2018. A situação gerou apreensão entre familiares, aliados políticos e a equipe médica que acompanha o ex-presidente.
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Quadro clínico e histórico de complicações
De acordo com boletins médicos divulgados após a internação, Bolsonaro apresentou queda de pressão arterial, tontura, pré-síncope e sinais de desidratação. O médico Antônio Luiz Macedo Echenique, que acompanha o ex-presidente desde 2018, confirmou que o quadro exigiu observação intensiva e exames complementares. Bolsonaro foi mantido em dieta líquida e recebeu medicação intravenosa para estabilização.
Além dos sintomas agudos, o ex-presidente também foi diagnosticado com anemia por deficiência de ferro e resquícios de pneumonia por broncoaspiração, conforme apontado em exames realizados dias antes da internação. O tratamento inclui cuidados com hipertensão arterial, refluxo gastroesofágico e medidas preventivas contra novas broncoaspirações.
Repercussão política e preocupação entre aliados
A internação de Bolsonaro ocorre em um momento delicado, já que ele cumpre prisão domiciliar preventiva desde agosto, após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. A presença constante de policiais na residência do ex-presidente tem sido apontada por familiares como fator de estresse emocional, o que pode ter contribuído para o agravamento do quadro clínico.
O deputado Evair de Melo (PP-ES), aliado próximo, afirmou que não acredita se tratar de um episódio simples e que Bolsonaro pode precisar de um tempo prolongado de internação. Já Michelle Bolsonaro, esposa do ex-presidente, confirmou pelas redes sociais que ele foi atendido com urgência e submetido a exames detalhados.

O que dizem os especialistas sobre crises de soluço
Crises persistentes de soluço, como as enfrentadas por Jair Bolsonaro, podem indicar irritações no nervo frênico, que controla o movimento do diafragma, ou ainda complicações funcionais e estruturais relacionadas ao próprio diafragma. Esses episódios são especialmente preocupantes em pacientes com histórico de cirurgias abdominais, como é o caso do ex-presidente, que passou por múltiplos procedimentos desde o atentado sofrido em 2018. Além disso, problemas gastrointestinais crônicos, como refluxo, obstruções ou inflamações, podem contribuir para a recorrência dos sintomas.
Quando os soluços vêm acompanhados de vômitos intensos e dificuldade respiratória, como relatado por familiares e médicos, o quadro exige intervenção médica imediata. A falta de ar por mais de alguns segundos pode comprometer a oxigenação cerebral, gerar instabilidade hemodinâmica e até desencadear crises de síncope ou perda de consciência. Em casos mais graves, há risco de aspiração pulmonar, infecções respiratórias e agravamento de doenças pré-existentes.
Segundo especialistas, esse tipo de crise pode ser agravado por diversos fatores, incluindo estresse emocional elevado, uso contínuo de medicamentos, alterações metabólicas como desequilíbrio eletrolítico, e até condições neurológicas que afetam o controle involuntário da musculatura respiratória. O impacto psicológico também não pode ser ignorado, especialmente em figuras públicas sob constante pressão, como Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar e enfrenta intensa vigilância.
A recomendação médica é clara: pacientes com episódios recorrentes de soluço devem ser acompanhados por uma equipe multidisciplinar, composta por gastroenterologistas, neurologistas, pneumologistas e psicólogos, para garantir uma abordagem completa e preventiva. O objetivo é identificar a causa raiz, evitar complicações sistêmicas e promover qualidade de vida. Em muitos casos, o tratamento pode incluir ajustes na medicação, mudanças na dieta, terapia respiratória e até intervenções cirúrgicas, dependendo da gravidade e da origem do problema.
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