Essas São As Consequências De Dormir Com Seu C…Ver mais
Em tempos de hiperconectividade, é comum que muitas pessoas levem o celular para a cama, usando o aparelho até os últimos minutos antes de dormir. Seja para checar redes sociais, assistir vídeos ou responder mensagens, o smartphone se tornou um companheiro noturno. No entanto, esse hábito aparentemente inofensivo pode trazer consequências sérias para a saúde física e mental.
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Radiação eletromagnética: mito ou perigo real?
Uma das principais preocupações ao dormir com o celular ao lado da cabeça é a exposição à radiação eletromagnética. Os smartphones emitem ondas de rádio — uma forma de radiação não ionizante — que, segundo estudos recentes, não têm energia suficiente para causar danos graves como câncer. Ainda assim, especialistas recomendam cautela, especialmente em relação à proximidade do aparelho com o corpo durante o sono.
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Embora não haja evidências conclusivas de que a radiação dos celulares cause doenças, manter o aparelho longe da cabeça pode ser uma medida preventiva sensata. O ideal é deixá-lo em modo avião ou em uma superfície distante, como uma mesa de cabeceira.
Interferência na qualidade do sono
Mais preocupante do que a radiação é o impacto do celular na qualidade do sono. A luz azul emitida pelas telas pode inibir a produção de melatonina, o hormônio responsável por regular o sono. Isso pode dificultar o adormecer, causar insônia e prejudicar o descanso profundo.
Além disso, notificações constantes, vibrações e sons de mensagens durante a madrugada podem interromper o ciclo do sono, mesmo que de forma inconsciente. A longo prazo, isso pode gerar fadiga, irritabilidade e queda na produtividade.

Risco de superaquecimento e acidentes
Outro fator pouco discutido é o risco físico de dormir com o celular embaixo do travesseiro ou sobre a cama. O aparelho pode superaquecer, especialmente se estiver carregando, e causar acidentes como queimaduras ou até incêndios em casos extremos. Por isso, nunca é recomendado deixar o celular carregando em superfícies macias ou próximas ao rosto durante o sono.
Como se proteger sem abrir mão da tecnologia
A melhor forma de equilibrar o uso do celular com a saúde é estabelecer limites. Desconectar-se pelo menos uma hora antes de dormir, usar filtros de luz azul e manter o aparelho longe do corpo são medidas simples que fazem grande diferença.

Se você usa o celular como despertador, opte por deixá-lo em modo avião e em uma superfície segura. E se possível, substitua o hábito de checar o celular antes de dormir por atividades relaxantes, como leitura ou meditação.
Dormir com o celular ao lado pode parecer prático, mas os riscos à saúde — especialmente à qualidade do sono — são reais. Em um mundo cada vez mais digital, cuidar do corpo e da mente exige escolhas conscientes. Desconectar para descansar é um ato de autocuidado que vale a pena.
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