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Morte de Edi Gervasio: Comerciante de Curitiba Morre Após Ser Brutalmente Agredido em Assalto

Comerciante Edi Gervasio que estava dias desaparecido foi encontrado dentro do…ver mais

O comerciante Edi Gervasio, de 58 anos, faleceu no último sábado, 25 de outubro de 2025, no Hospital Cajuru, em Curitiba, após semanas lutando pela vida. Ele foi vítima de um assalto violento ocorrido no início de setembro em seu bar, localizado no bairro Rebouças, região central da capital paranaense.

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Segundo relatos, Edi foi brutalmente espancado por criminosos que invadiram seu estabelecimento. Após o ataque, ele ficou desaparecido por dois dias, sendo encontrado inconsciente por um amigo de infância. O comerciante sofreu traumatismo craniano severo, o que o deixou em estado crítico por semanas.

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A luta pela vida e o desfecho trágico

Após ser internado em estado grave, Edi passou por diversos procedimentos médicos e chegou a receber alta hospitalar, sendo tratado em casa com cuidados paliativos. No entanto, seu quadro se agravou, culminando em sua morte no Hospital Cajuru.

A notícia abalou familiares, amigos e moradores da região, que conheciam Edi como um homem trabalhador, respeitado e querido pela comunidade. A comoção se espalhou pelas redes sociais, com homenagens e pedidos de justiça.

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Impunidade e revolta: suspeitos seguem soltos

Apesar da gravidade do crime, nenhum suspeito foi preso até o momento. A falta de responsabilização gerou revolta entre os familiares e a população local. O advogado da família, Richard Macedo, declarou que a dor da perda é imensa e que a luta por justiça continua.

A ausência de respostas por parte das autoridades levanta questionamentos sobre a efetividade da segurança pública e o combate à violência urbana em Curitiba. O caso de Edi Gervasio se soma a outros episódios que evidenciam a vulnerabilidade de comerciantes e trabalhadores diante da criminalidade.

Segurança pública em debate

A morte de Edi reacende o debate sobre a necessidade urgente de políticas públicas mais eficazes para proteger cidadãos e garantir que crimes como esse não fiquem impunes. O episódio expôs, mais uma vez, a fragilidade da segurança em áreas urbanas e a sensação de abandono que muitos comerciantes e moradores enfrentam diariamente. No bairro Rebouças, onde Edi mantinha seu bar há anos, a comunidade tem se mobilizado para cobrar das autoridades uma resposta concreta: maior presença policial, investimentos em iluminação pública, instalação de câmeras de segurança e ações preventivas que possam inibir a criminalidade crescente.

A indignação é compartilhada por vizinhos, clientes e familiares, que veem na tragédia um reflexo da negligência do poder público diante da escalada de violência. A ausência de prisões até o momento e a lentidão nas investigações aumentam o sentimento de revolta e impotência. Enquanto isso, a família de Edi segue em profundo luto, buscando respostas e justiça para uma tragédia que poderia ter sido evitada com medidas simples de proteção e fiscalização. O caso se tornou símbolo de uma luta maior por dignidade, segurança e respeito à vida dos trabalhadores que sustentam a cidade com esforço e coragem.

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