Chega pior notícia sobre estado de saúde de Bolsonaro após cirurgia em…Ver mais
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou sua residência em Brasília neste domingo (14) para realizar procedimentos médicos no Hospital DF Star. A saída foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde agosto. A movimentação foi marcada por forte esquema de segurança, com escolta policial e presença de apoiadores na porta do hospital.
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O procedimento e o estado de saúde
Segundo boletim médico divulgado pela unidade hospitalar, Bolsonaro foi submetido à remoção de oito lesões de pele, localizadas no tronco e no braço direito. O procedimento foi realizado com anestesia local e sedação, sem intercorrências. As amostras foram encaminhadas para biópsia, com o objetivo de avaliar a necessidade de tratamento complementar.
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Além da intervenção dermatológica, exames laboratoriais indicaram que o ex-presidente apresenta quadro de anemia por deficiência de ferro, além de resquícios de pneumonia por broncoaspiração detectados em tomografia de tórax. Ele também recebeu reposição de ferro por via endovenosa e segue em tratamento para hipertensão arterial e refluxo gastroesofágico.

Escolta, apoio popular e contexto político
A ida ao hospital foi a primeira saída pública de Bolsonaro desde sua condenação pelo STF por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente chegou ao hospital por volta das 8h da manhã, acompanhado por seus filhos Carlos e Renan Bolsonaro, e deixou o local por volta das 14h. Durante a saída, apoiadores entoaram gritos de “Volta presidente” e cantaram o Hino Nacional, enquanto Bolsonaro manteve postura discreta, sem interações verbais.
A autorização judicial exigiu que Bolsonaro apresentasse um atestado médico detalhado em até 48 horas após o procedimento. O deslocamento e permanência no hospital foram monitorados por agentes da Polícia Penal do Distrito Federal.
Implicações e próximos passos
O estado de saúde de Jair Bolsonaro tem sido acompanhado de perto por seus médicos e também por autoridades judiciais, dada sua condição de prisão domiciliar imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O procedimento realizado no Hospital DF Star, que envolveu a retirada de oito lesões cutâneas, trouxe à tona preocupações sobre o quadro clínico do ex-presidente. O material coletado foi enviado para biópsia, e os resultados poderão determinar a necessidade de novos tratamentos, incluindo possíveis intervenções cirúrgicas ou terapias complementares.

Segundo o médico Cláudio Birolini, responsável pelo acompanhamento clínico, Bolsonaro encontra-se “bastante fragilizado”, apresentando sinais de debilidade física e nutricional. A alimentação insuficiente tem agravado seu quadro de anemia por deficiência de ferro, o que levou à administração de reposição intravenosa durante a internação. Além disso, exames de imagem revelaram resquícios de pneumonia por broncoaspiração, exigindo atenção contínua da equipe médica.
A condição médica do ex-presidente pode ter implicações diretas em sua rotina sob prisão domiciliar, influenciando decisões judiciais sobre deslocamentos futuros, participação em audiências e até mesmo sobre a manutenção das restrições impostas. Enquanto aguarda os resultados da biópsia e segue em tratamento para hipertensão arterial e refluxo gastroesofágico, Bolsonaro permanece em sua residência no Jardim Botânico, em Brasília, sob vigilância da Polícia Penal do Distrito Federal e com acesso restrito a visitas e atividades externas.
O cenário reforça a complexidade da situação jurídica e de saúde que envolve o ex-mandatário, cuja evolução clínica poderá impactar não apenas sua recuperação, mas também o andamento de processos judiciais em curso.
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