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Adolescentes que m4taram cão Orelha acabam de…Ver mais

Caso Orelha: adolescentes suspeitos retornam ao Brasil e têm celulares apreendidos pela polícia em Florianópolis

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A Polícia Civil de Santa Catarina avançou nas investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, que foi brutalmente agredido na Praia Brava, uma das áreas mais nobres de Florianópolis. Nesta quinta-feira (29), dois adolescentes suspeitos de envolvimento no caso foram abordados no Aeroporto Internacional de Florianópolis, logo após desembarcarem no Brasil, vindos dos Estados Unidos, onde estavam desde os dias seguintes ao crime.

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🇺🇸 🛫 Dois adolescentes suspeitos de envolvimento no ataque ao cão Orelha, em Florianópolis (SC), estão fora do Brasil em uma viagem de formatura para os EUA; polícia quer evitar protesto no aeroporto.

A operação contou com o apoio da Polícia Federal, da Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle) e da Delegacia de Proteção Animal (DPA). Durante a abordagem, foram apreendidos celulares e peças de roupa dos jovens, que serão periciados para auxiliar na elucidação dos fatos.

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Viagem internacional e repercussão do caso

Segundo informações divulgadas pela imprensa, os adolescentes viajaram para Orlando, nos Estados Unidos, logo após a repercussão nacional do caso. A família dos suspeitos alegou que a viagem já estava programada e não teria relação com o episódio. No entanto, o retorno ao Brasil foi marcado por forte esquema de segurança, com policiamento reforçado no aeroporto para garantir a integridade dos envolvidos e o cumprimento dos mandados judiciais.

O caso gerou comoção nacional, mobilizando ativistas, autoridades e a população em geral, que exigem justiça pela morte de Orelha. A crueldade do ato reacendeu debates sobre a responsabilização penal de adolescentes em crimes graves e sobre a eficácia da legislação brasileira no combate aos maus-tratos contra animais.

Suspeitos de agredir o cão Orelha viajaram para uma excursão na Disney logo após a morte do cão comunitárioFoto: Reprodução/NDTV RECORD

Desdobramentos e novas diligências

A apreensão dos celulares é considerada um passo importante na investigação, pois os aparelhos podem conter provas cruciais, como mensagens, imagens e registros que ajudem a esclarecer os detalhes da agressão e possíveis tentativas de coação de testemunhas.

Além dos quatro adolescentes apontados como autores das agressões, três adultos — dois pais e um tio — foram indiciados por suspeita de coagir uma testemunha, o que amplia o escopo da investigação e reforça a gravidade do caso.

Cão Orelha: famílias dizem que adolescentes são inocentes | CNN Brasil

A Polícia Civil segue apurando os fatos e deve realizar novas diligências nos próximos dias. A sociedade acompanha com atenção os desdobramentos, esperando que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados e que o caso sirva de exemplo para fortalecer a proteção animal no país.

O retorno dos adolescentes suspeitos pela morte do cão Orelha ao Brasil marca uma nova fase da investigação, que agora conta com elementos materiais que podem ser decisivos para o esclarecimento do crime. A atuação firme das autoridades e a mobilização popular mostram que a luta contra os maus-tratos a animais está ganhando força e visibilidade.

Que a justiça prevaleça e que a memória de Orelha inspire mudanças reais na legislação e na consciência coletiva sobre o respeito à vida animal.

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