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BOMBA: Em meio a polêmicas, a mãe de Virgínia assumiu que gostar de bu…. Ler mais

Margareth Serrão, mãe de Virginia Fonseca, revela ser demissexual e abre espaço para diálogo sobre sexualidade na maturidade

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A empresária Margareth Serrão, mãe da influenciadora digital Virginia Fonseca, tornou-se centro das atenções nas redes sociais ao revelar que se identifica como demissexual. A declaração foi feita de forma espontânea durante uma conversa familiar, compartilhada por Virginia em seus stories no Instagram. A revelação gerou grande repercussão, não apenas por envolver uma figura pública, mas por trazer à tona uma orientação sexual ainda pouco conhecida e discutida, especialmente entre pessoas acima dos 50 anos.

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O que significa ser demissexual?

Demissexualidade é uma orientação sexual caracterizada pela atração emocional como pré-requisito para o desejo físico. Em outras palavras, pessoas demissexuais só sentem atração sexual por alguém com quem tenham estabelecido uma conexão afetiva profunda. Margareth explicou isso com clareza ao dizer: “Eu só consigo me relacionar com uma pessoa se eu tiver sentimento. Sem sentimento, eu não consigo, então não existe casual.”

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A fala da empresária trouxe luz a uma vivência que muitas pessoas compartilham, mas não sabem nomear. A demissexualidade faz parte do espectro da assexualidade e desafia os padrões tradicionais de relacionamentos casuais, especialmente em uma sociedade que valoriza o imediatismo nas conexões.

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Repercussão nas redes sociais

Virginia Fonseca, que tem mais de 44 milhões de seguidores, reagiu com surpresa e bom humor à fala da mãe: “Ai, pronto”, disse a influenciadora ao ouvir Margareth se identificar como demissexual. A interação entre mãe e filha viralizou e gerou milhares de comentários, muitos deles de apoio e identificação.

A espontaneidade da revelação e o carinho entre as duas abriram espaço para que seguidores compartilhassem suas próprias experiências com a demissexualidade. A conversa também incentivou outros influenciadores e especialistas a abordarem o tema em seus perfis, ampliando o alcance da discussão.

Sexualidade na maturidade: um tabu em desconstrução

A declaração de Margareth Serrão também trouxe à tona um tema ainda cercado de tabus: a sexualidade na terceira idade. Viúva desde 2021, Margareth tem se mostrado aberta a novas experiências e reflexões sobre sua vida afetiva. Ao descobrir e compartilhar sua orientação sexual, ela contribui para desconstruir a ideia de que o desejo e a identidade sexual são exclusivos da juventude.

Especialistas em sexualidade apontam que o reconhecimento de orientações como a demissexualidade pode ser libertador para pessoas que passaram a vida se sentindo “fora do padrão”. A maturidade, nesse contexto, torna-se um momento de autoconhecimento e afirmação.

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A importância da representatividade

A visibilidade de figuras públicas como Margareth Serrão é fundamental para ampliar o entendimento sobre a diversidade sexual. Ao se declarar demissexual, ela não apenas compartilha sua verdade, mas também valida a experiência de milhares de pessoas que se identificam da mesma forma.

Em um país onde o debate sobre sexualidade ainda enfrenta resistência, especialmente fora dos grandes centros urbanos, gestos como esse têm o poder de transformar narrativas e promover inclusão.

A revelação de Margareth Serrão sobre sua demissexualidade é mais do que um momento viral nas redes sociais — é um convite ao diálogo, à empatia e ao respeito pela diversidade. Ao compartilhar sua descoberta com naturalidade, ela inspira outras pessoas a se conhecerem melhor e a viverem suas verdades com liberdade.

A sexualidade é parte essencial da identidade humana, e nunca é tarde para compreendê-la. Margareth Serrão mostrou que o amor, o afeto e o autoconhecimento não têm idade — e que cada história merece ser contada.

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