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Caso Orelha: porteiro presta depoimento sobre noite de confusão e possível agressão a cachorro

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O caso envolvendo o cachorro Orelha, que teria sido agredido durante uma madrugada de confusão e vandalismo, segue sendo investigado pelas autoridades. Um porteiro, apontado como possível testemunha-chave, prestou dois depoimentos às autoridades e trouxe informações relevantes que podem ajudar a esclarecer os fatos.

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Segundo o relato, o porteiro confirmou ter registrado imagens de adolescentes danificando lixeiras durante a madrugada. Em uma mensagem enviada a um grupo de conversas, ele comentou a possibilidade de que o cachorro tenha sido agredido na mesma noite em que ocorreram os atos de vandalismo.

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Porteiro nega ter presenciado agressão

Apesar das suspeitas levantadas, o porteiro foi categórico ao afirmar que não presenciou a agressão contra o cachorro Orelha, reforçando que sua participação se limitou ao registro de imagens de adolescentes danificando lixeiras durante a madrugada. Em seus depoimentos, ele destacou que, caso tivesse testemunhado diretamente o crime, não hesitaria em identificar os autores, demonstrando senso de responsabilidade e compromisso com a verdade.

Essa declaração é considerada relevante pelas autoridades, pois ajuda a delimitar com precisão os fatos observados e os elementos que ainda precisam ser apurados. A distinção entre o que foi efetivamente presenciado e o que foi deduzido ou comentado em mensagens é essencial para a condução da investigação, que depende de provas materiais concretas, como gravações de câmeras de segurança, registros de conversas e possíveis testemunhos adicionais.

A postura do porteiro também levanta reflexões sobre o papel das testemunhas em casos de violência contra animais, evidenciando a importância de relatos claros, objetivos e comprometidos com a justiça. À medida que a apuração avança, cada informação pode ser decisiva para esclarecer o que realmente aconteceu naquela noite e garantir que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados conforme a lei.

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Investigação segue em andamento

A Polícia Civil continua reunindo elementos para entender o que aconteceu naquela noite. A análise das imagens registradas pelo porteiro, bem como das mensagens compartilhadas em grupos de conversa, pode ser decisiva para confirmar ou descartar a hipótese de agressão ao animal.

O caso gerou comoção entre moradores e defensores da causa animal, que cobram respostas e medidas de proteção. A violência contra animais é crime previsto em lei, e a responsabilização dos envolvidos é essencial para garantir justiça e prevenir novos episódios.

O depoimento do porteiro lança luz sobre os acontecimentos da madrugada marcada por vandalismo e suspeita de agressão ao cachorro Orelha. Embora ele não tenha presenciado diretamente o ato contra o animal, suas declarações e registros podem ser fundamentais para a investigação.

Que o caso sirva de alerta para a importância da responsabilidade coletiva na proteção dos animais, e que a verdade venha à tona com justiça e respeito à vida em todas as suas formas.

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