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Durante Velório de “Japinha do CV” Detalhe no Corpo Assusta Familiares: ‘Estav…Ver mais

Penélope, a “Japinha do CV”: morte da musa do crime gera comoção nas redes após megaoperação no Rio

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Penélope, jovem conhecida no mundo do crime como Japinha do CV, foi uma das 121 pessoas mortas na megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação, considerada a mais letal da história do estado, tinha como objetivo desarticular núcleos do Comando Vermelho (CV), uma das principais facções criminosas do país.

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Musa do crime": quem é a Japinha do CV que teria sido morta em operação

Quem era Penélope: da linha de frente ao título de “musa do crime”

Segundo investigações da Polícia Civil e Militar, Penélope atuava como uma das principais combatentes do CV, sendo responsável pela proteção de rotas de fuga e pela defesa de pontos estratégicos de tráfico. Sua presença constante nas redes sociais, ostentando armas e vestimentas táticas, contribuiu para que ela ganhasse notoriedade e fosse apelidada de “musa do crime”.

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No momento do confronto, Penélope vestia roupa camuflada e colete tático, e teria resistido à abordagem policial, disparando contra os agentes antes de ser atingida fatalmente por um tiro de fuzil no rosto. Seu corpo foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade.

Morta com tiro no rosto, Japinha do CV era "linha de frente" da facção | CNN Brasil

A operação e seus desdobramentos

A megaoperação, que envolveu centenas de agentes das forças de segurança, foi deflagrada com o objetivo de cumprir mandados de prisão e neutralizar lideranças do CV. O saldo da ação foi alarmante: 121 mortos, dezenas de feridos e uma série de prisões. A operação reacendeu o debate sobre o uso da força, os limites da atuação policial e os impactos nas comunidades envolvidas.

Comoção nas redes sociais e o “velório virtual”

Apesar de sua ligação com o crime organizado, Penélope tem sido lembrada com carinho por membros da comunidade e seguidores nas redes sociais. No X (antigo Twitter) e no Instagram, diversas postagens lamentam sua morte, compartilham fotos e mensagens de despedida, criando um verdadeiro “velório virtual”. A repercussão revela não apenas a influência da jovem, mas também a complexa relação entre figuras do tráfico e a cultura popular nas periferias.

Veja foto da Japinha do CV, conhecida como "musa do crime", com roupa de guerra antes de ser fuzilada

Reflexões sobre glamourização do crime e segurança pública

A morte de Penélope levanta questões profundas sobre a glamourização do crime, especialmente entre jovens que veem na vida criminosa uma forma de ascensão social e reconhecimento. Ao mesmo tempo, a operação policial — embora considerada necessária por autoridades — expõe os riscos de ações de grande escala em áreas densamente povoadas, onde civis também são afetados.

Especialistas apontam que o enfrentamento ao tráfico precisa ir além da repressão armada, envolvendo políticas públicas, educação, oportunidades e diálogo com as comunidades. A figura de Penélope, entre a criminalidade e o culto nas redes, é um retrato complexo da realidade urbana brasileira.

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