Acaba de Ser Confirmada Notícia Assustadora Sobre Eduardo Bolsonaro: “Perdeu…Ver mais
Na última quarta-feira, 22 de outubro, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados decidiu arquivar o processo que pedia a cassação do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A sessão, que durou cerca de três horas, foi marcada por debates acalorados e posicionamentos divergentes entre os parlamentares.

Deputado licenciado e ausente há meses
Eduardo Bolsonaro está licenciado e reside nos Estados Unidos desde maio, acumulando faltas nas sessões da Câmara. A ausência prolongada foi um dos pontos levantados por opositores durante o processo, que o acusavam de quebra de decoro parlamentar por suposta atuação no exterior contra instituições brasileiras.
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A denúncia, protocolada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), alegava que o deputado teria incentivado autoridades norte-americanas a aplicar sanções ao Brasil, com o objetivo de desestabilizar instituições republicanas. A acusação gerou forte reação de partidos da base governista, que prometeram recorrer ao plenário principal da Câmara.
Relator defende arquivamento e liberdade de expressão
O relator do processo, deputado Delegado Marcelo Freitas (União-MG), recomendou o arquivamento da ação. Em sua justificativa, afirmou que a denúncia “nasceu de uma premissa equivocada” e que as declarações de Eduardo Bolsonaro estariam protegidas pela imunidade parlamentar. Segundo Freitas, votar pelo arquivamento não significava defender o parlamentar, mas sim a liberdade de expressão dos membros da Casa.
A recomendação foi acatada por 11 votos favoráveis e 7 contrários, encerrando temporariamente o processo. No entanto, a decisão ainda pode ser revertida caso haja recurso ao plenário, o que exige o apoio de pelo menos 51 deputados.
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Reações e próximos passos
A sessão foi presidida pelo deputado Fábio Schiochet (União Brasil), que conduziu os trabalhos em meio a críticas sobre a ausência de Eduardo Bolsonaro e a condução do processo. Parlamentares da oposição classificaram o arquivamento como uma manobra política e prometeram mobilizar apoio para levar o caso ao plenário.
A decisão do Conselho de Ética reacende o debate sobre os limites da imunidade parlamentar e o papel dos deputados no cenário internacional, especialmente quando suas ações ultrapassam fronteiras e impactam a imagem institucional do Brasil. A rejeição do pedido de cassação de Eduardo Bolsonaro, mesmo diante de acusações envolvendo possíveis interferências externas, levanta questionamentos sobre até onde vai a proteção legal conferida aos parlamentares e quais são os limites éticos de sua atuação pública.

Enquanto aliados do deputado celebram o resultado como uma vitória da liberdade de expressão e da autonomia legislativa, setores da oposição enxergam a decisão como um precedente perigoso, que pode enfraquecer os mecanismos de responsabilização dentro do Congresso. Nos bastidores, líderes partidários já articulam estratégias para manter o caso vivo, seja por meio de recursos ao plenário ou pela pressão política sobre os demais processos que ainda aguardam análise.
O desfecho final dependerá da capacidade de mobilização das bancadas envolvidas e da disposição da presidência da Câmara em dar continuidade às discussões, o que pode influenciar diretamente o clima político nas próximas semanas.
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