Leonardo é acusado de ter sequestrado criança durante…Ver mais
Durante participação no programa Sensacional, da RedeTV!, exibido em 15 de setembro, Poliana Rocha, esposa do cantor Leonardo, compartilhou uma história que rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. O relato envolvia um adolescente de Ilhéus (BA), que teria sido levado para morar com a família em Goiânia (GO) por cerca de dois meses — sem qualquer autorização formal da família do menino.
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A narrativa foi feita com naturalidade, como parte de uma lembrança pessoal, mas gerou forte repercussão e críticas intensas. Internautas apontaram possíveis indícios de sequestro, negligência e tratamento desumano ao menor, que na época tinha cerca de 15 anos. O episódio teria ocorrido há aproximadamente 17 anos, quando o filho de Poliana, o cantor Zé Felipe, tinha apenas dez.
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Como tudo aconteceu: o relato de Poliana
Segundo Poliana, o adolescente foi encontrado vendendo chinelos na praia durante uma viagem da família a Ilhéus. O menino teria se aproximado de Zé Felipe e começado a brincar com ele. Leonardo, então, teria feito o convite para que o jovem viajasse com eles até Goiânia, com a justificativa de que ele faria companhia ao filho.
Poliana admitiu que não houve contato com os pais do garoto antes da viagem. “Ele falou que depois ligava para a ‘mainha’ e avisava”, disse durante a entrevista. O adolescente passou cerca de um mês e meio na casa da família, recebendo cuidados médicos, roupas novas e até tratamento estético. No entanto, segundo Poliana, a convivência começou a gerar incômodos.
“O menino começou a me chamar de mainha… E aquilo foi me incomodando. Ele ficava o dia todo deitado no sofá, não brincava mais com o Zé Felipe”, relatou. A influenciadora decidiu então devolver o garoto à Bahia, comprando passagem aérea, roupas e enviando dinheiro. Ela afirmou que continuou pagando pensão por cerca de um ano, mesmo sem contato com a mãe do menino.

Reações e críticas nas redes sociais
O relato gerou uma onda de indignação. Muitos usuários das redes sociais classificaram a atitude como irresponsável e até criminosa. Comentários como “tratando um ser humano como brinquedo” e “isso é sequestro disfarçado” se multiplicaram nas plataformas digitais.
O ator Tuca Andrada foi um dos que se manifestaram publicamente, criticando duramente o episódio. “Quando foi que ficou normal rico raptar criança pobre, pra servir de brinquedo pro filho e depois devolver como se nada tivesse acontecido?”, escreveu.
Poliana, por sua vez, reagiu à repercussão com indignação. Em vídeos publicados nas redes sociais, afirmou que está sendo caluniada e anunciou que acionará advogados para processar quem estiver distorcendo os fatos. “Foi uma história linda que nós vivemos com o João. Eu acolhi ele da melhor maneira possível”, declarou.

Reflexões sobre responsabilidade e exposição
O caso reacende debates sobre responsabilidade social, ética no acolhimento de menores e os limites da exposição pública de histórias pessoais. Embora Poliana tenha afirmado que agiu com boas intenções, a ausência de comunicação com a família do adolescente e a forma como o episódio foi relatado levantam questões delicadas.
Especialistas em direitos da criança e do adolescente alertam que qualquer deslocamento de menor de idade sem autorização legal pode configurar infração grave. Além disso, o tratamento do jovem como “companhia temporária” para o filho levanta preocupações sobre objetificação e negligência emocional.
O impacto na imagem pública
A família de Leonardo é uma das mais influentes no cenário sertanejo brasileiro. Com milhões de seguidores e ampla visibilidade, qualquer declaração feita por seus membros repercute rapidamente. Neste caso, a entrevista de Poliana Rocha gerou um efeito contrário ao esperado: em vez de comoção, provocou indignação.
A história, que poderia ter sido contada como um gesto de acolhimento, acabou sendo interpretada por muitos como um exemplo de privilégio desconectado da realidade social. A repercussão mostra que, em tempos de redes sociais, a forma como se compartilha uma memória pode ser tão importante quanto o conteúdo dela.
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