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Jair Bolsonaro é diagnosticado com câncer de pele: entenda o caso e os riscos do carcinoma de células escamosas

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Na tarde desta quarta-feira, 17 de setembro de 2025, o cirurgião Cláudio Birolini, responsável pelo acompanhamento médico do ex-presidente Jair Bolsonaro, confirmou publicamente o diagnóstico de carcinoma de células escamosas, um tipo de câncer de pele. A revelação veio após a alta hospitalar de Bolsonaro, que havia sido internado no Hospital DF Star, em Brasília, com sintomas como vômitos, tontura, queda de pressão e pré-síncope.

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Durante a internação, foram retiradas oito lesões cutâneas, das quais duas apresentaram resultado positivo para o carcinoma escamoso. Segundo Birolini, as lesões estavam localizadas no tórax e em um dos braços, e foram completamente removidas. O médico classificou o tumor como de risco intermediário — não sendo o mais agressivo, mas também não o mais benigno.

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O que é o carcinoma de células escamosas?

O carcinoma de células escamosas é um dos tipos mais comuns de câncer de pele não melanoma. Ele se origina nas células escamosas da epiderme, camada mais externa da pele, e está frequentemente associado à exposição prolongada à radiação ultravioleta (UV), seja por luz solar ou câmaras de bronzeamento.

Embora seja considerado tratável, especialmente quando diagnosticado precocemente, esse tipo de câncer pode evoluir para formas mais graves se não houver intervenção adequada. Em casos avançados, há risco de metástase e comprometimento de órgãos internos.

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Lesões removidas e acompanhamento clínico

De acordo com o boletim médico, as lesões foram retiradas cirurgicamente no domingo anterior à alta hospitalar. O laudo anátomo-patológico confirmou o diagnóstico de carcinoma “in situ”, ou seja, restrito à camada superficial da pele, sem invasão profunda. Por isso, não será necessário tratamento adicional como quimioterapia ou radioterapia, mas o ex-presidente deverá passar por acompanhamento clínico periódico para monitorar possíveis novas lesões.

Birolini também destacou que Bolsonaro possui outras queratoses — lesões cutâneas que podem evoluir para câncer — e que a vigilância será contínua. O ex-presidente, que tem pele clara e histórico de exposição solar intensa, está mais vulnerável a esse tipo de condição dermatológica.

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Riscos e prevenção do câncer de pele

Especialistas alertam que o carcinoma de células escamosas, um dos tipos mais frequentes de câncer de pele não melanoma, pode se manifestar de forma silenciosa e progressiva. Os sinais mais comuns incluem feridas que não cicatrizam, manchas avermelhadas persistentes, lesões descamativas ou áreas da pele que apresentam coceira, dor ou sangramento. Em muitos casos, essas alterações são ignoradas ou confundidas com problemas dermatológicos simples, o que pode atrasar o diagnóstico e permitir que o tumor se desenvolva de forma mais agressiva.

A prevenção é considerada a principal arma contra esse tipo de câncer. Médicos recomendam o uso diário e contínuo de protetor solar, mesmo em dias nublados ou dentro de ambientes fechados com exposição à luz artificial. Além disso, é essencial o uso de roupas que cubram a pele, chapéus de aba larga e óculos com proteção UV, especialmente para pessoas que trabalham ao ar livre ou têm histórico familiar da doença. Evitar a exposição solar direta entre 10h e 16h, período de maior incidência de radiação ultravioleta, é uma medida fundamental para reduzir os riscos.

Segundo dados atualizados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele é o tipo mais comum no Brasil, representando cerca de 33% de todos os diagnósticos oncológicos registrados anualmente. A maioria dos casos ocorre em pessoas com mais de 40 anos, pele clara, e histórico de exposição solar prolongada sem proteção adequada. O carcinoma de células escamosas, embora menos agressivo que o melanoma, pode causar complicações sérias se não tratado precocemente, incluindo invasão de tecidos profundos e metástase para linfonodos ou órgãos internos.

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