Michelle Chora Após Falar Como Vive Bolsonaro: ‘Emagr…Veja o vídeo
A Avenida Paulista foi palco de uma das manifestações mais intensas do ano durante o feriado de 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil. Milhares de pessoas vestidas de verde e amarelo se reuniram em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar. Entre os discursos que marcaram o evento, o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se destacou pela carga emocional e pela denúncia de perseguição que, segundo ela, tem afetado profundamente sua família.

Vestida de verde e cercada por bandeiras do Brasil, Michelle subiu ao palanque ovacionada pela multidão. Com voz embargada, ela compartilhou detalhes da rotina que tem enfrentado desde que Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado. “Não têm sido dias fáceis. Estou tendo que me desdobrar como mãe, esposa, presidente do PL e, antes de tudo, como amiga, para poder cuidar dele, para que ele fique bem,” declarou, arrancando aplausos e gritos de apoio dos presentes.
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Pressão, humilhação e vigilância: o cotidiano da família Bolsonaro
Michelle descreveu episódios que, segundo ela, simbolizam a constante vigilância imposta às pessoas próximas ao ex-presidente. Ela afirmou que até mesmo a realização de cultos religiosos em casa foi proibida, o que classificou como perseguição religiosa. “É muita humilhação que estamos vivendo,” disse, referindo-se às restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante a prisão domiciliar de Bolsonaro.
O desabafo da ex-primeira-dama foi interpretado por muitos como um chamado à resistência e à união da base conservadora. “Cuido da alimentação, oro, trago à memória dele que é o maior líder da direita de uma nação,” completou Michelle, reforçando a imagem de Bolsonaro como figura central do movimento político que ainda mobiliza milhares de brasileiros.

Mobilização nacional e críticas ao STF
O ato na Paulista fez parte de uma mobilização nacional convocada por lideranças religiosas e políticas da direita, como o pastor Silas Malafaia e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Os discursos foram marcados por críticas ao STF, especialmente ao ministro Alexandre de Moraes, e por pedidos de anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.
Mesmo sem a presença física de Bolsonaro, impedido de participar por decisão judicial, o evento reforçou sua influência política. Cartazes, bonecos e faixas com sua imagem dominaram a paisagem da avenida, enquanto lideranças como Michelle e Tarcísio defendiam sua candidatura em 2026, apesar da inelegibilidade até 2030.
Michelle como símbolo da resistência bolsonarista
Com o ex-presidente afastado da vida pública, Michelle Bolsonaro tem assumido um papel cada vez mais central na articulação política da direita. Como presidente do PL Mulher, ela tem percorrido o país em eventos partidários e manifestações, consolidando sua imagem como liderança feminina conservadora.
Seu discurso no 7 de Setembro não apenas emocionou os presentes, mas também reacendeu o debate sobre os limites da atuação do Judiciário e a polarização política no Brasil. Para muitos apoiadores, Michelle representa a continuidade do projeto político iniciado por Bolsonaro, agora sob forte pressão institucional.
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